Seul Alone

Tuesday, 10 March 2015




Determino as relações, além daquelas intrinsecas entre Desenho; Pintura; Gravura; Escultura; Web; Personalidade; Corpo; Mente; e Identificação Física e Documental, a partir de principios ontologicos. A perscepção do contexto social, ecologico, místico e intuitivo materializam-se e expandem-se como imagem na Web, refletindo o elo entre subconsciente individual e Universo Cosmico de minha Produção Artística. O desenvolvimento do processo criativo inserido no Campo Expandido se mantém frequente em minha produção dos últimos anos. Vem tomando forma de maneira crescente e inevitável, principalmente a partir de minha vinda para a Cidade de São Paulo, onde mantenho contato com as Produções Artísticas atuais diversas e tomo minha experiencia sensivel como motivação a mais na relação entre Arte e Vida. Fundamentais e essenciais são os resultados obtidos pela Arte Concreta e Neoconcreta compreendida como forma e materia que desprende-se do Suporte. Tridimensionaliza-se e interage com o expectador. Depois expande-se em codigos binários na rede Web com a diluição das palavras nas tecnicas tradicionais no meu processo criativo, desde a imagem estampada à imagem digitalizada, Deixam assim, os elementos da Arte “falar” por si sem intermedio de interpretações críticas e de gosto, configurando por fim, na Poética Visual que proponho com a representação da Natureza, nas expressões abstratas e expansividade na Web, por meio de tecnicas diversas.
Objetivo:
Construir extensas linhas retas a partir do gestual pictórico e pequenos traços retos similares a hachuras com a sugestão de continuidade e (ou) infinitude elaborados com recursos instrumentais e (ou) tecnicos tradicionais e experimentais em contextos sócio-cultural, socio-economico, socio-político, socio-religioso, psico-social e ecológicos registrados como imagens digitalizadas e postadas na Internet configurada com informações do meu perfil pessoal conectadas com minhas informações de documentos oficiais de Pessoa Física e Jurídica no proposito de representar minhas questões Artisticas de ordem teórica e pratica, o meu Ser Ontologico através das reflexões do que percebo e experimento.
Justicicativa:
A linha do desenho, o campo virtual e os dados de documentos oficiais configuram aspectos ficcionais na Natureza, porém são meios de organização e regulamentação das atividades humanas com a finalidade de facilitar e zelar pela convivencia entre os seres vivos do ponto de vista ecológico. Assim, o Processo Criativo, desde a idealização da Obra de Arte até sua projeção virtual, desenham o Campo Expandido do Artista na profunda relação entre Arte e Vida.

Ao considerar acontecimentos noticiados por meio jornalístico e fatos narrados no cotidiano, destaca-se pontos de vistas a partir da lente da ecologia na definição do ser humano em seu habitat e o meio ambiente externo a este o qual é observado, portanto, compreendido e interpretado por matrizes diversas. Diante esse contexto faço uma avaliação através de minha experiência sensível, que de antemão visualiza o ser humano como um ser naturalmente antoprófagico, ou seja, o ser humano que alimenta-se de outro ser humano como uma forma de apropriar-se de sua alma, de seu espírito, do seu conhecimento, de sua personalidade. Isso devido ao fato de ser uma especie que abate entre si, os seres de sua própria espécie. Dos seres vivos, conhecemos dentre os aracnídeos a aranha viúva-negra, esta abate e alimenta-se de seu macho logo após o acasalamento, no mais dentre outros seres da própria espécie, lutam entre si em defesa territorial ou por seu clã, porém não auto eliminam-se. Assim, o seres humanos abatem-se entre si pelo simples fato de sentir prazer. Satisfação e alegria movidas por sentimentos de ódio, rancor e ira, com motivações de ordem moral, ética e sobrevivência. Fatos registrados na mídia podem comprovar essas afirmações. A dor e o sofrimento alheio produtora de alegria, sentimentos de alegria a satisfação. Controverso, não há dúvida, completamente controverso, tanto quanto ou mais são atitudes de auto destruição como acontece em casos de suicídio lento ou imediato. Os instintos e convivência entre esse animal ser humano produziu também feitos fantásticos no transcorrer de sua existencia. Seu raciocínio e imaginação o fez espécie dominadora no reino animal. Inventivo desenvolveu instrumentos facilitadores e de conforto como extensão de seu corpo físico e mental. Suas características instintivas e predadoras conduzidas por estruturas de pensamento, conhecimento e significados, inventou a Razão como instrumento de auto controle sobre seus impulsos emocionais, necessidades físicas e vontades próprias de sua natureza. Contudo seus instintos o capacita as transgressões que alimentam, incentivam e energizam a coragem para construir ou destruir a si, seu habitat e meio ambiente, e por fim, exaltar seus poderes escravizadores. Inventou as leis e o dinheiro na intenção de afastar as injustiças, no entanto esses dois instrumentos são a afirmação desta. Seu espírito de produção fez do ser humano transformador de seu meio ambiente. Criatividade, imaginação e inventividade definem o desenho do que entendemos como Cultura. A produção humana, material, imaterial e metafísica. Dotado de poderes simbólicos desvendou a hipocrisia, logo transformada em simulações. Produz verdades, faz de ilusões, verdades com matrizes da ciência ou de crenças. Produz ficção. Em graus incontáveis pode-se considerar a mágica uma virtude no ser humano. Mágicas movidas por emoções, sentimentos, ideias e métodos que desvendam e constroem realidades que absorvem-se entre si, antropofágicamente alimentam-se de si em estado de tensão constante, gerando avatares ininterruptos num sistema de cadeia alimentar. Comparável com formas de apropriação de bens materiais, imateriais é a apropriação da mente. É pratica comum no cotidiano, e se coloca de muitas maneiras, hora como exercicio de manipulação, hora como dominio sobre outro ser humano. Não há dúvida que não passa de psicologia aplicada, no entanto eficaz como dominação. Sutilmente esse metodo vale-se de diversos canais de entradas, os mais comuns são ativados através das emoções como as paixões, tristezas, angustias ou depressão ou somente por distração ou ingenuidades. Comparo assim, com avatares essa prática antropofágica com a qual um ser penetra na alma de outro ser conduzindo-o a caminhos que podem beneficiá-lo, porém, o mais comum é conduzi-lo a direções de subserviencias. Ora, tal metodo projeta um ser com dominios sobre outro a partir de interesses diversos. Despoticos a priori, também quando essa entrada na mente é permitida, seja por um só ser isolado ou em conjunto, configura-se então ideologias. A expressão "entrar na mente" supõe simulacros, ou ainda empatia, ou seja formas de convencimento sobre idéias, pensamentos, sentimentos e sentidos, vontades, desejos e interesses diversos. Diante isso, a intensão mais comum no uso dessa prática retórica, é a criação de distõrções dos sentidos. Criar ilusões. Subverter a experiência da realidade. Pautados por principios éticos ou não, prevalece nas relações de poder a dominação do ser humano sobre outro com finalidades diversas, para exploração, escravização ou somente por vaidade ou arrogancia.

O que vem a mente ao pensar em "casa"? Moradia, residência, ninho, intimidade, privacidade, patrimônio entre tantas outras possibilidades. Muito além, e não menos apropriado: Universo, planeta, continente, país, cidade, endereço, corpo. Mas se o corpo é nossa casa também, o que seriamos nós? Do ponto de vista atomístico, o todo se resume em prótons e neutros. Um complexo organismo que se estende da nossa mente ao infinito astronômico, do micro ao macrocosmo. Poderíamos nos ver como energia ou energias. Do ponto de vista religioso, não faltaria interpretações sobre o fluir desta energia, explorada da metafísica. Assim poderíamos aceitar a ideia de uma entidade divina Total da Natureza. Dentre essa totalidade está nosso corpo onde reside nosso ser. Consciente ou inconsciente, é constante essa interação entre os seres, explorados e desvendados pelo conhecimento. Através de imaginação, se manifesta em nós o instinto: Desenho. Intrínseco a este, a comunicação. Por motivação metafísica ou física, o registro do pensamento se manifesta por infinitas formas com intenções e interesses infinitos. Com o Desenho se demonstra ou descreve o "mundo" onde residem os seres. Para tanto, os métodos se desenvolvem no proposito de despertar nos seres o senso artístico. Brevemente acredito deixar claro nasce naturalmente no ser humano. O Desenho está na Natureza humana, logo com seu instrumental, o invento: Arte.
Apreendemos através de nossos sentidos a experiência da vida, e consequentemente modos e formas de viver, segundo necessidades e escolhas individuais ou coletivas. Decidi assim apresentar minha experiência nas ruas da cidade de São Paulo. O que num primeiro momento foi uma ação ficcional, se tornou real e por fim, o real e o irreal se fundiram. Fusão entre o sensível e o lúdico. A Natureza (a totalidade, o tempo, o espaço, o clima, os seres, ou seja, o Sagrado, o Divino), e a Cultura (a produção humana, a ciência, a filosofia, as Artes. Neste caso, as Artes Plásticas e Visuais.
Para um indivíduo sem recursos financeiros o maior desafio é adquirir uma moradia onde possa ter garantido, estrutura para suas necessidades pessoais. Descanso, higiene pessoal, segurança e saúde. Desafio maior se encontra na esfera social. Lazer, limpeza pública, segurança pública, saúde publica. Numa cidade de senso comum quanto aos seus princípios capitalistas, o dinheiro é fonte essencial, fonte vital para suprir toda necessidade de um individuo na convivência social. Da gestação ao túmulo, a vida gera custos e para estes custos é vital o dinheiro. Um individuo com essas necessidades supridas está em condições de conduzir sua vida em graus de liberdade mais elevados, pois está mais enérgico, com destaque para escolhas feitas por este individuo. O fato é que essas necessidades não são acessíveis a todos indivíduos, ou não são completas em cada uma. A combinação desta estrutura é o número de indivíduos que compõe esse organismo mutante. Simbiótico. Dialético. Semiótico. Constante transformação.
A um indivíduo sem recursos financeiros, a moradia está nas ruas. Por questões de lógica, no capitalismo assim se configura. A rua como espaço público supões propriedade de todos, e se é de todos, cada individuo usa como melhor o satisfaz. Consideraremos assim, rua, os espaços públicos como praças, locais de lazer e recreação para convivências harmoniosas e conflitantes. A vida nas ruas a priori tem caráter de condenação por algum motivo sem a necessidade de se conferir causas. É compreensível a desconfiança devido ao fato de ex-detentos sem relações familiares ou de amizade ficarem perambulando por ruas em busca de soluções para suas necessidades. Outros motivos comuns são os despejos de indivíduos e familiares dentre estes, homens, mulheres e crianças. Talvez seja este o crime maior, pois a impossibilidade financeira exerce forças sobre essas pessoas para se entregarem ao crime organizado e por fim, acabarem produzindo antecedentes criminais, o que gera boatos e consequentemente, calúnias, perjúrios e difamações. Dessa maneira os direitos civis do indivíduo se torna vulnerável ao perder a legitimidades de seus direitos. A veracidade dos fatos se torna dispensável. Se destaca assim, a segurança pública no controle do instinto predador do ser humano que se vale de seu poder aquisitivo como medida da moral e da ética. Cito pseudo formadores de opinião com representações politicas conservadoras e retrograda. Pseudo intelectuais sem nenhum conhecimento literário e acadêmico que se auto intitulam lideres de bairros, comunidades, etc. Devido ao fato de terem acesso a rede da Internet com a pretensão de se projetarem como candidatos políticos ou mesmo para usufruírem de influencias politicas. Diante essa mentalidade atrofiada estão os Artistas compromissados com a importância do desenvolvimento ontológico humano através da Arte. Nas ruas convivem pessoas sem endereço de índoles completamente distintas. Respeitáveis e duvidosas. ladrões. assassinos, brigões, viciados, doentes mentais, desempregados, empresários falidos, estudantes e aventureiros. Pessoas honestas e desonestas. Na organização formal da sociedade civil, estes adjetivos imperam também, porém são camuflados pelo poder aquisitivo, patrimonial e político. No entanto nas ruas é explicito no comportamento do individuo a sua índole. A falta de endereço é um complicador na garantia de direitos civis. São praticamente desconsiderados. A falta de instrução educacional agrava ainda mais essa questão, pois pessoas dependem de outras pessoas para reivindicar direitos, abrindo caminhos para atitudes de má fé. neste cenário conflitante a criminalidade acaba se impondo, hora como sobrevivência, hora como oportunismo, o que demonstra duvidas quanto a avaliação justa de ocorrências, desinteligências, violências, preconceitos, rixas, vinganças. Portanto é de pouco caso as considerações sobre este ambiente onde leis, moral e ética se diluem diante os estados de sofrimento em cada individuo. Em meio a este ambiente, toda forma de conhecimento são ferramentas para solução, adaptação ou improviso diante a escassez de tudo que uma pessoa precisa. Segue assim as questões de higiene pessoal, limpeza urbana, saúde e saúde pública. Na busca de soluções nas ruas, é comum observar pessoas que vivem do que é descartado nos lixos. materiais orgânicos, metais, plásticos e papeis geram fontes de renda. Quanto aos materiais orgânicos, algumas pessoas fazem de alimentação com riscos de ingerirem produtos vencidos ou estragados, o que produz doenças devido ao contato com bactérias e fungos prejudiciais a saúde humana. Porém as doenças da mente impossibilitam o discernimento diante esses perigos. Essa pratica de vasculhar lixos se acompanha do mau hábito de espalhar o que não se aproveita nas calçadas e ruas dificultando um limpeza urbana de qualidade. Consequentemente, a higiene pessoal também se prejudica. mais complexo é o uso de banheiros. O comercio disponibiliza para cliente, e os banheiros públicos não comportam o excesso de pessoas. Com isso, os espaços públicos como praças são utilizados como banheiros produzindo mau cheiro, fungos e bactérias, tornando impossível atividades de lazer e descanso. A solução para essas dificuldades existem desde a esfera individual até a esfera pública, porém a degradação do ser humano faz ainda mais complexa a questão do individuo que vive nas ruas. O Estado oferece algumas soluções, se não são excelentes suprem a necessidade de muitos, por exemplo: Restaurantes Populares; Albergues; e Centros de Saúde Pública a disposição em todos Bairros da Cidade de São Paulo, porém não suprem por completo, além do mais, promovem convivências. Convivências entre pessoas de índoles antagônicas, ou seja, pessoas com históricos de vida distintos o que gera conflitos, e convivências harmoniosas. Outra solução para essa condição é o Trabalho, neste caso a exploração e escravidão de pessoas que vivem nas ruas se justifica devido ao fato de não terem seus direitos civis garantidos. Assim, a exploração do ser humano ocorre sem culpa ou sentimentos de solidariedade. Mutante como é o ser humano, acaba por sobreviver a essas adversidades, porém a Natureza pode fazer esse sobrevivência ainda mais complicada devido ao clima do momento, porém, as campanhas de agasalho é outra solução para esse detalhe. Com os ambientes públicos higienizados, é possível se utilizar destes espaços como mais uma solução provisória diante a escassez estrema de dinheiro, ao favorecer a saúde do individuo. Somado a segurança pública para zelar qualquer forma sabotagem, um individuo sobrevive dentro de limites mas sobrevive e tem condições de executar seus projetos de vida. Neste cenário, ambiente, contexto não há dúvidas de que a solução advém do Trabalho que deveria ser direito de todos, porém os mercados de trabalho são regulados por seres humanos predadores, invejosos, controladores incapazes com sentimentos escravocratas, daí tudo se torna exageradamente complicado, quando não impossível aliado a partidos políticos sem escrúpulos como o caso da Politica atual no Brasil que se vale da perpetuação deste problema com finalidade demagógica e eleitoreira.
O desafio posto em minha frente em meio as condições de escassez, não só po escolha, mas mas por condição, foi desenvolver minha produção artistica em meio a minhas necessidades de sobrevivencia. Como manter a concentração no desenho, na gravura, na pintura diante minha escassez financeira? As sugestões foram muitas, algumas de fato consideravam minhas dificuldades, outras não passavam de zombarias. A mais frequente seria aceitar um emprego em outra área de conhecimento para gerar renda para investir em minha produção como hobbe. Devido ao fato de ser usuário de maconha, me ofertaram a venda de drogas, aplicar golpes e praticar assaltos. Essas seriam maneiras fáceis de adquirir dinheiro, porém destruíram minha integridade moral e ética, assim, decidi me manter em meu trabalho artístico sem me entregar a criminalidade nem sujeitar a Arte ai um capricho como hobbe.
Para garantir minha alimentação passei a atender alguns pedidos de ajuda em troca de algumas gorjetas, o possibilitou pagar meu banho a não deixar faltar antissepticos para manter longe o contato com fungos e bacterias. Uma necessaire completa constantemente comigo. As praças serviam para fazer descansos curtos quando a limpeza publica fazia limpeza. Os atos de solidariedade para comigo não faltaram, para tanto manter distancia de outros moradores de rua como forma de manter minha integridade distante de duvidas se fazia muito importante. Estar bem vestido, ou o melhor possivel também. Tudo deveria caber em uma pequena mochila, para não ter muitas bagagem, porém mesmo assim, desenhos e ferramentas eram roubados o que fazia mais dificil o meu trabalho.
Assim me mantive sem me interessar por projetos de Ocupação para garantir residencia, nem convivencia em albergues para manter distantes possiveis brigas nem ser envolvido em ocorrencias. Nos momentos em que me envolvi e problemas como esse, para me preservar de rixas, preconceitos e agressões por má interpretações sobre minha conduta, recorri a Policia registrando queixas, que foram muitas como meio de manter afastadas pessoas de má índole e má fé.
Ao constituir uma microempresa, afastei toda possibilidade de impedimentos quanto ao desenvolvimento de meus projetos artísticos, no entanto sem espaço físico apropriado recorri a tecnicas que possibilitavam uma produção com recursos mínimos. Desenhos em bico de pena, xilogravuras e Internet, onde meu trabalho poderia ser publicado.
Produzir Arte em um ambiente no qual a Arte não significa nada além de falta do que fazer, atraia para mim, tachamentos de vagabundo e pilantragem. Atividades intelectuais ainda são mau vistas e não compreendidas, o que fazia pessoas sem instrução e educação entenderem como motivo para agressões, Porém seria neste contexto mesmo no qual eu executaria meu trabalho artístico. Figurativo ou Abstrato. Paisagens Urbanas, Retratos e Abstratos Geometricos estavam em meu alcance. Meu compromisso coma Arte ao visar o Ser na atualidade, fez dessa realidade social e econômica, motivações a mais em meu processo criativo Real e Virtual.
São esses os resultados de minha produção artística no período em que estive nas ruas. Talvez eu pudesse fazer mais, porém considerando minhas restrições financeiras, as rixas sociais mais as rixas políticas, mais 3 cadernos roubados, foi o que alcancei. Muito mais vem por ai.
Pandora's Box at MuBE 
 





























Pandora's Box at MuBE




















































































MEU AUTO - RETRATO - São Paulo - 2010




PINTURA A ÓLEO












Nankin sobre Papel







ESTUDOS













































































































































































































































































































ENTRE O OLHAR E A IMAGINAÇÃO

Fotos: Simone Estefno











































































































































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